sexta-feira, 29 de julho de 2016

Bullying X Respeito

E quando você precisa conversar com crianças e jovens sobre Bullying... Que músicas, vídeos e dinâmicas pode utilizar na evangelização?
Vamos conferir algumas sugestões?



Bullying, segundo definição de dicionários, é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.
O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão.
Não acontece apenas com crianças na escola. Acontece também quando há a falta de respeito com o próximo. Também ocorre quando, por brincadeira, resolvemos chamar um amigo por um apelido do qual ele não gosta, mas insistimos em nomeá-lo assim. Em todas as ocasiões em que desrespeitamos nosso próximo estamos, de certa forma, cometendo um ato de bullying.
 
Podemos encontrar embasamento doutrinário para trabalhar com a ideia de respeito ao próximo:
- Evangelho segundo o Espiritismo,Capítulo XI: Amar o próximo como a si mesmo.
   Itens 2,4,8,9,10,12 e 14
-  O Livro dos Espíritos: pergunta 647.

AULAS: 

1a aula
Respeito às diferenças:
às crianças, idosos, preconceito de raça, classe, gênero ...
Decoração da sala:
Cortina de crepom na porta
Máscaras iguais (1 para cada)
Figuras de pessoas diferentes (raças, classes, problemas físicos e idades pregadas nas paredes.)
Vários livros que mostrem as diferenças entre pessoas.

1º momento:
As crianças param na porta e é explicado que elas vão entrar num mundo diferente do que estão acostumadas e que como qualquer lugar tem regras.
Ao passar pela porta, há uma evangelizadora colocando a máscara em cada criança.
Elas irão observar as paredes com muitas figuras e frases (personalidades com frases sobre o respeito às diferenças).
Depois escolher 1 pessoa e dizer que a partir de agora todo mundo vai ser  ‘fulano’, terá o mesmo nome e gostará das mesmas coisas que ele. Fazer a brincadeira ‘seu mestre mandou’. 
Depois sentar com elas no chão e tirar as máscaras.
Conversar: como elas acham que seria um mundo assim?
Quem anda de ônibus? Como reagem se estiverem no ônibus e sentar ao lado uma velhinha? Ou uma pessoa suja? Ou uma pessoa de outra cor?
2º momento:
Conversar sobre o que elas acham de tratar as pessoas com diferença? O que elas acham sobre menosprezar pessoas diferentes delas?
Organizar um miniteatro com eles de alguma situação que tenham visto ou vivido ilustrando essa situação.
 2 pessoas com celular para filmar (entre as próprias crianças deve ter alguém com um).
É o momento de eles lidarem com essa situação.
              Como reagir? O que eu faço? Como tratá-los?
 Conversar e finalizar a aula com as conclusões das crianças.

2ª AULA
Material utilizado: 1 mala; Tiras de papel em branco grudadas pelas paredes; Pote de canetinhas; Fita crepe; Roupas que representem religiões diferentes (De umbanda; Evangélico; de padre; muçulmano)
Música “Somos diferentes”, do Cd sou criança. Cadeiras mais espaçadas à frente, em forma de meia lua.
Desenvolvimento:
Entra um evangelizador com uma mala com algumas palavras grudadas nela (amor, fé, caridade, paciência e humildade).
Cumprimenta a todos, diz que estão finalizando o módulo a respeito das bagagens que trazemos a cada encarnação. Diz que estão faltando algumas bagagens que poderiam também fazer parte da nossa mala. Convida a todos (pais ajudando os filhos) para ajudar a colocar novas bagagens naquela mala que devemos trazer em nosso coração para fazer essa viagem.
Diz que podem pegar os papéis em branco espalhados nas paredes e a canetinha para poderem escrever. (uns 5 min) – cada pai e filho pega os papéis, escreve e se aproxima grudando na mala e lendo na hora.
Assim que todos acabarem, a evangelizadora comenta um pouco sobre a alegria de todos a terem ajudado a recolher mais bagagens para levar na reencarnação.
E pergunta: Vocês acham que conseguimos todas as bagagens necessárias pra essa viagem pra reencarnar na Terra?
Nesse momento entram alguns dos evangelizadores vestidos com roupas de pessoas de outras religiões.
A evangelizadora com a mala perde a cabeça:
- Ei, (chama a atenção deles)! Um momento...Aonde vcs estão indo? Não pode entrar assim não... o que vocês estão fazendo aqui. Isso aqui é uma casa espírita. Não pode ficar entrando qualquer um não...
As pessoas param na porta.
Uma evangelizadora ao lado dela, lhe chama a atenção...
- Oi?  Calma aí! Por que não podem? Você já perguntou o que eles vieram fazer aqui? Por que não pergunta?
 E ela, chegando mais próximo a eles, fala:
- Me desculpem a grosseria. O que vocês vieram fazer aqui?
Um deles fala:
- Viemos porque ouvimos dizer que você estava reunindo bagagens para levar no coração ao nascermos na Terra. Viemos lhe trazer uma muito importante que muita gente ainda se esquece de levar.
Eles lhe entregam um papel grande fechado onde está escrito : Respeito.
A evangelizadora pede ajuda a uma das crianças para abrir o papel. Ela abre e lê.
A evangelizadora se arrepende, pede desculpas e todos se abraçam.
Depois pede às crianças e aos pais que falem no microfone o que significa respeito.
(ouvir o que eles têm a dizer)
(Perguntamos também o que os convidados de ‘outras religiões’ têm a dizer.)
E completar:
- ahhh que coisa boa aprender novas bagagens!
E já que vocês sabem tanto sobre respeito merecem um prêmio.
E tira uma sacola de pirulito da mala.
- vocês podem vir aqui pra ganhar o prêmio?
Depois que se formar a confusão de todo mundo indo lá na frente, pedir a atenção de todos:
- ahhh! Mas eu acho que também tem de ter respeito aqui, né? Cadê o respeito com os colegas? Cadê o respeito com as tias? O que a gente precisa fazer agora? ( eles vão falar em fila, em colocar os mais novos na frente... e distribuir o pirulito)
Para os pais agora:
- que tipo de respeito devemos ter em nossa vida?
(ouvir)
Então, pra gente finalizar, que tal aprender uma música que fala sobre isso?
Dar as instruções em círculo
Quando falar tal frase, o que fazer?
Entre na roda - Dar um passo pra frente na roda,
Dê meia volta –  Dar um passo atrás
E venha brincar – novamente um passo à frente.
E o que importa é respeitar – abraçar o amigo que está ao lado.
Dance, balance – dance como você quiser;
Tente, invente; faça diferente – fazer alguma coisa diferente (careta, ficar pulando, fazer o que se quer fazer)
E venha brincar com a gente - voltar pra roda e dançar.
E aí, gostaram?
Vamos respeitar os colegas, os tios e todas as pessoas que conhecemos?
Então dê um abraço nos seus amigos agora!
-Fazemos a prece para agradecer esses momentos.

Filmes
(Valeu pelas sugestões, Dani!)

Bullying - Provocações Sem Limites 
Meu nome é Khan
Um grito de socorro 
Powder - Energia pura


Vídeos
- Bullying ou brincadeira - Galera espírita
- Pixar Festa nas Nuvens - Reflexão sobre diferença 
- LG do Bem – Respeito (Valeu a Sugestão, Thiago Brito!!)
https://www.youtube.com/watch?v=ZUp7kkKG_M8&feature=youtu.be
Vídeo da música “Somos diferentes” – Evangelizar é amar ‘Sou criança’


Músicas
Infantil:
Somos diferentes – Evangelizar é amar – cd Sou criança
Algo especial – Junior Vidal – Cd Onde mora o coração

Jovens e adultos:
Juntos somos mais – Simplesmente Almas – Cd Juntos somos mais.
Certo ou errado – Simplesmente almas – cd Juntos somos mais

                                                           Livros 
- E eu com isso?
 
- Bullying na escola : medo de gaguejar



Tem alguma sugestão sobre o tema? Compartilha com a gente!
Um monte de evangelizadores agradecerá muito a sua ajuda!!
Deixe sua sugestão aqui nos comentários ou em nossa página no face:
https://www.facebook.com/petalassemeandocomjesus/?fref=ts
Abração!

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Testemunhos de fé

Onde está aquela fé que seria capaz de mudar o mundo?
Onde está aquela fé de que tudo vai passar, tudo vai melhorar?
Em algum momento da caminhada os desafios diários nos levaram a deixar nossa fé enclausurada em nosso coração. Mas o momento é chegado. Venha conosco trilhar os testemunhos de fé através da existência de Espíritos que aqui na Terra superaram suas forças e capacidades ao lado de Deus.
Você já parou para pensar o que move uma mãe a colocar seu filho em um pequeno cesto e às margens do Rio Nilo? De acreditar que alguém irá encontrá-lo e lhe dar um futuro melhor?

Sim, a fé. Estamos falando de Moisés. Um homem que libertou o povo hebreu da escravidão do Egito. Que acreditou que a voz divina iria conduzi-lo à terra prometida. Nesta trajetória recebeu os Dez Mandamentos que até os dias de hoje utilizamos.
E o que faz um homem acordar no meio da noite, pedir a sua esposa para preparar seus pertences a fim de impedir que machuquem sua família, depois de escutar os conselhos em sonhos? Poucos relatos há deste pai que proporcionou um lar de muito amor a este bebezinho que hoje é modelo e guia da humanidade e que nos trouxe inúmeros testemunhos de fé. Entre cegos, paralíticos, possuídos e enfermos, Jesus os curou sempre destacando a importância da fé de cada um.
Fé do tamanho de um grãozinho de mostarda:




Vamos exercitar nossa fé dentro de nós. 
Há belíssimos relatos que deveriam nos inspirar. A fé enche nossos corações de esperança por dias muito melhores, nos conduzem ao pai de amor e a sermos como Cristo foi e é conosco até hoje.

Material de consulta:
1) O Evangelho segundo o espiritismo - Allan Kardec
2) A gênese - Allan Kardec

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Um Encontro com Emmanuel

Um Encontro com Emmanuel

"Disciplina, disciplina e disciplina". (Emmanuel)
Esta foi a resposta de Emmanuel a Chico quando  questionado sobre o que era preciso pra trabalhar ao lado dele.
Sempre ouvia muito das histórias entre os dois, mas precisei de muito tempo e de muita disciplina para ter meu encontro com Emmanuel.
E foi comemorando a publicação da obra Paulo e Estevão que este momento se deu.
Poder ler e se identificar com estes Espíritos não tem preço. E é claro que o despertar para o trabalho de Emmanuel se deu instantaneamente.
Romances.
Sim, quem não gosta de ler um romance espírita? Mas como os de Emmanuel não há. Você mergulha na história. E quando falo de História é verificar dados históricos, geografia da época. Tudo tem muito mais sentido.
E isso que nem falei das passagens com o Cristo.
Mas, por falar nele...  
Foi por volta de 15 anos atrás que participei de um dia Juvenil na cidade de Porto Alegre. E durante os estudos tive contato pela primeira vez com um texto espírita que descrevia como era o Cristo. Sim, estou falando do encontro do Senador Públio Lentulus com o Cristo descrito na obra Há dois mil anos. E lembro, como se fosse hoje, os sentimentos de alegria que preencheram meu coração - era assim que eu te via, Jesus.
Fica difícil agora dizer o quanto fiquei feliz por anos depois descobrir que o responsável por esta recordação foi Emmanuel.
Toda esta emoção pode ser compartilhada com tantos amigos na 6ª EXPOESPI – Exposição Espírita organizada na nossa casa espírita - cujo tema foi: Um encontro com Emmanuel.
A exposição foi dividida em 5 salas temáticas.
A primeira  sala era encenado o primeiro encontro de Chico com Emmanuel.



A segunda sala contava um pouco sobre as reencarnações de Emmanuel.



http://pt.slideshare.net/aespiritalagos/emmanuel-5405003
http://pt.slideshare.net/cerracipo/as-reencarnaes-de-emmanuel

A terceira sala encenou o encontro de Emmanuel com Cristo, descrito na obra Há dois mil anos.





A quarta sala trouxe passagens do livro 50 anos depois.



A quinta sala trabalhou o livro Ave Cristo.


A última sala ficava no salão da casa, em cujo palco estavam Emmanuel e Chico. Durante a entrada dos visitantes ao salão, jovens solicitavam o primeiro nome de cada um. E, à medida que se acomodavam, a secretária de Chico chamava-as pelo nome e Chico distribuía a lembrança do evento – mensagens da série Pão Nosso.













E se você ficou com vontade de saber mais histórias deste Espírito, acesse os links abaixo e tenha o seu Encontro com Emmanuel.









domingo, 10 de julho de 2016

O Jovem e a Mocidade - Reflexões de um Jovem espírita



No início do mês de fevereiro, eu recebi a notícia de que havia conseguido uma vaga de emprego em uma grande construtora do meu Estado. No meu caso, graças a Deus, eu consegui um emprego com carteira assinada. Só que havia um pequeno problema: eu não havia tirado, ainda, a minha carteira de trabalho, e, se eu não a tirasse, poderia perder a minha vaga. Foi então que eu, juntamente com meu pai, fui até o Município de Cariacica, cidade vizinha à minha, Vila Velha, para retirar a minha carteira, no “Faça Fácil”, que é um lugar onde se resolve qualquer problema relacionado à expedição ou renovação de documentos.
Conversando com a coordenadora do “Faça Fácil”, me foi dito que, dali a algum tempo, seriam atendidos jovens infratores do IASES, instituição estadual que cuida dos jovens em conflito com a lei. Nesse exato instante pensei comigo: “tudo bem, são pessoas, jovens, que têm o direito de tirar novos documentos”. Mas, alguma coisa dentro de mim estava diferente, e eu só viria a descobrir o que era depois.
No momento em que os primeiros jovens entraram no local, eu já comecei a ficar meio incomodado, não só por haver “criminosos” perto de mim, mas, também, por eles serem “jovens criminosos”. Diante dessa visão, indaguei a mim mesmo o porquê de serem eles a estar ali presos e não eu. Será que foram as oportunidades que eu tive e eles não tiveram?
Uma das primeiras coisas que vieram à minha cabeça foram as reuniões da mocidade. Se eles tivessem frequentado o estudo da mocidade, será que eles estariam ali, presos? Não sei, pois existe a questão do livre-arbítrio. Sempre ouvimos falar sobre o “livre-arbítrio”, que ele é muito importante, que não podemos utilizá-lo erradamente.
Mas afinal, o que significa e para que serve o livre-arbítrio? Nós encontramos lições a respeito dele lá no Livro dos Espíritos. Os Espíritos Superiores da Codificação Espírita nos ensinam que o livre-arbítrio é a liberdade de escolha que todo homem possui. Se o homem tem a capacidade de pensar, de arquitetar suas ideias, igualmente tem a capacidade de executá-las. Com a capacidade de escolha, e o poder de executá-las, nós podemos dar passos largos rumo à evolução.
Mas a única pessoa que pode escolher o que vai ser feito da sua vida é você mesmo. Aí é que está o “X” da questão, o que a sua consciência vai alertar e qual caminho você irá seguir. As pessoas podem até aconselhar, mostrar os caminhos, mas, no final, quem vai decidir o que vai ser feito é você. E as consequências de seus atos, somente você irá colher.
E qual o papel da mocidade diante disso tudo? Jesus Cristo nos transmitiu muitos ensinamentos por meio de parábolas, que são histórias contadas para ilustrar um tema cotidiano.
Uma parábola muito interessante contada por ele, e que tem tudo a ver com o tema proposto, “o jovem e a mocidade”, é a parábola do semeador. Jesus conta que um semeador saiu a semear. Tendo deixado cair um pouco de semente no caminho, vieram algumas aves e comeram-na. Outras caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra, e, por consequência, faltavam nutrientes, o que impossibilitou o desenvolvimento das sementes. Algumas delas caíram em meio aos espinhos, e, quando se
desenvolveram, foram sufocadas pelos mesmos. Por último, algumas sementes caíram em terra boa e vieram a dar bons frutos. Esse é o papel da mocidade na vida do jovem!
Mostrar o caminho correto, plantar a semente do Evangelho no coração e na mente de cada jovem. Como um semeador, a mocidade poderá encontrar terrenos de difíceis condições de plantio, mas não deixará, sequer um momento, de plantar, independente das condições do solo. O que isso quer dizer? Isso quer dizer que toda pessoa que entra em contato com os ensinos das leis de Deus e da moral evangélica do Cristo, tem plantada em si a semente do bem. Cabe a cada um fazer brotar essa semente.
Nós determinamos o tipo de solo que é a nossa vida, se somos um terreno pedregoso, que não dá condições de crescimento à semente, ou se somos um terreno fértil, onde a semente possui as condições necessárias para se tornar uma imensa árvore frutífera, que poderá espalhar seus frutos por qualquer lugar. E isso pode ser decisivo nos dias de hoje!
Nós vivemos em uma sociedade onde a maioria dos jovens vive em situações de  promiscuidade, “ficando” com pessoas que nem conhecem direito, onde muitos jovens já se entregaram ao vício do álcool e de outras drogas. Muitos jovens hoje em dia sequer têm uma religião!
Só que todo esse descuido pode causar uma consequência de proporções inimagináveis: o atraso na evolução moral do próprio ser e do planeta. Manoel Philomeno de Miranda, pela psicografia de Divaldo Franco, nos alerta ao fato de que o mundo está passando por momentos de intensas transformações, e quem não se adaptar ao novo “estilo de vida”, a uma vida correta, seguindo boas condutas, pode acabar indo para outro planeta, para outra morada, compatível com o estágio evolutivo de cada um, por inadaptação à nova forma de viver na Terra. E eu acho que isso ninguém quer, não é?
O jovem está com o poder de mudança em suas mãos. O jovem pode mudar a realidade do mundo tal como o vemos, cheio de guerras, fome e dor. E sabe por quê? Porque quando queremos alguma coisa, lutamos até o fim para conseguir. E ficaria muito mais fácil se houvesse a união do jovem com a sua religião, uma união saudável, que possa trazer boas influências, novas ideias de como melhorar o mundo. Pois, afinal, como diz a música tema do EMEES (Encontro de Mocidades Espíritas do Espírito Santo)  do ano de 2017: Eu vim pra mudar meu mundo! Mahatma Gandhi nos diz que “nós temos que ser o espelho da mudança. Se eu quero mudar o mundo, eu tenho que começar por mim”. Devemos, então, instigar os jovens e a nós mesmos a sermos a atitude da mudança que queremos no mundo.
Um forte abraço a todos, que fiquemos em paz.

(Texto escrito por Eduardo Sousa para a Revista Espírita “Fé em Cristo”, publicada pela Casa Espírita Cristã, de Vila Velha, em Maio/junho – 2016)